Músico de Cataguases lança videoclipe e prepara novo CD



O músico Renato Barushi, natural de Cataguases, lançou seu primeiro álbum, “Renato & O Mercado”, em 2012, CD este que foi pré-selecionado para o 23º Prêmio da Música Brasileira. Renato acaba de lançar o seu primeiro clipe e prepara, em Cataguases, o lançamento de um novo CD.

A música “Sem Reparo” ganhou um videoclipe que pode ser conferido abaixo:

Biografia

“Pode entrar e ficar à vontade!” É com esse convite que Renato Barushi lançou o seu primeiro álbum, o “Renato & O Mercado”. O trabalho colocou na prateleira Dela, Onde Quero Chegar, Filme Em Cartaz, Minha Musa, Sem Reparo, O Mar Gelou O Deserto, Malandragem, Meu Lugar e The End, nove faixas que transitam abertamente pelas harmonias da MPB, pelas pegadas do rock e pelo swing da música negra. São produtos que apresentam um cantor e compositor com um acorde de cada estilo e o resultado é por ele rotulado como “Música Livre Brasileira”.

O nome “Renato & O Mercado” surgiu em meio à conversas informais com parceiros e amigos e faz uma alusão às muitas vertentes que influenciaram no trabalho do músico. Assim como num mercado, onde cada sessão e cada prateleira expõem produtos e marcas diferentes, o álbum de Renato é livre de rótulos e agrega “produtos” dos mais variados ramos. Para trabalhar nesse mercado idealizado por Barushi, foram adicionados ingredientes fundamentais: profissionais de diversas áreas unidos por um objetivo único. Robson Pitchier é parceiro de composição em seis das nove músicas do álbum. Paulo Maitá é produtor e também baixista. O teclado de Daniel Diniz. A bateria de Tininho. As guitarras são de Edgar Sozzi, Luiz Peixoto (Luizinho) e Marcílio Rosa. O violão de Marcelo Sylvah. A percussão de Boca Brown. O backing vocal de Nequinho. A participação especial é do rapper Lil’Dawg.

O álbum representa a fase mais produtiva de Renato Barushi e a concretização de um desejo antigo, foi também pré-selecionado para o 23º Prêmio da Música Brasileira, em 2012, ao lado de nomes como Gilberto Gil, Frejat, Titãs, Tulipa Ruiz, Tom Zé, dentre outros. Músico nascido em Cataguases, um dos berços do modernismo literário, arquitetônico e também cinematográficos brasileiro, Renato Barushi vem de uma família apreciadora da boa música brasileira, mas sem artistas, exceto por um tio que tocava violão. Cresceu em um ambiente onde suas aptidões artísticas eram estimuladas e valorizadas, gostava de cantar e, aos 10 anos, já brincava de escrever músicas.

Barushi ganhou seu primeiro violão aos 11 anos, época em que iniciou sua formação musical estudando no Conservatório de música de sua cidade (Escola de Música Lila Carneiro Gonçalves). Nessa época, a MPB, o rock nacional e a música negra já faziam parte de suas referências musicais e até hoje podem ser observadas em seu trabalho. Com a certeza que a música seria seu caminho profissional, aos 17 anos veio para Belo Horizonte, trazendo na mala suas primeiras composições. Aperfeiçoou sua formação vocal e, sob influência do rock’n’roll, integrou, em 2000, a banda de rock “Machinari” como vocalista, instrumentista e compositor.

A carreira na capital mineira teve início com a união de seu trabalho ao de experientes músicos que contribuíram com excelência para o aprendizado e amadurecimento musical. Ainda como integrante da banda Machinari, começou a dedicar-se à elaboração do seu trabalho autoral e, em parceria com grandes amigos, compôs várias canções, assim como ainda faz atualmente. A banda se dissolveu em 2004 e cada músico trilhou um caminho diferente em busca do que acreditava. O resultado dessa determinação pode ser conferido no primeiro álbum solo de Renato Barushi.

Em 2013, o artista voltou para sua cidade natal e se prepara para gravar o seu segundo álbum, intitulado “Remendos”, que contará com 11 canções. O título é o nome de uma das canções do disco, de autoria de Renato Barushi e refere-se a um pedaço de si entregue por cada artista, que o ajuda a construir sua identidade musical, especialmente neste projeto tão esperado. Renato pretende unir músicos do interior com os da capital mineira, promovendo assim o fomento de grandes artistas e contribuindo ainda mais para a profissionalização da classe no interior do estado.

Fonte: Guia Muriaé

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