TJMG abre concurso com salário-base de R$ 3.400



O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) divulgou edital nº 1/2017 de concurso público destinado ao provimento de 15 vagas.

As vagas são para os cargos de Oficial de Apoio Judicial (10) e Oficial Judiciário com especialidade Comissário da Infância e da Juventude (5), ambos de nível médio. A remuneração para os cargos é de R$ 3.457,01, para uma jornada de 8 horas diárias e 40 horas semanais.

As inscrições poderão ser realizadas entre as 14h do dia 19 de junho até às 17h do dia 28 de julho de 2017 pelo site www.consulplan.net. A taxa de inscrição é de R$ 60. Os pedidos de isenção poderão ser feitos entre 19 a 21 de junho.

As provas de múltipla escolha (língua portuguesa, noções de informática, noções de direito e atos de ofício), com 80 questões, serão aplicadas no dia 24 de setembro, das 14h às 18h, nas cidades de Belo Horizonte, Diamantina, Governador Valadares, Juiz de Fora, Montes Claros, Uberlândia e Varginha.

Confira o edital aqui.

Atribuições dos cargos

Oficial de Apoio Judicial (Classe D) – JPI-SG/JPI-EF-SG

* Realizar atos para subsidiar a movimentação do processo e demais serviços administrativos;
* Redigir e digitar matéria relacionada a sua área de atuação;
* Auxiliar o magistrado nas audiências e nas sessões de julgamento;
* Substituir a chefia no seu impedimento ou afastamento, quando indicado pelo superior hierárquico;
* Participar de comissões e grupos de trabalho;
* Executar outras atividades identificadas pelo superior hierárquico, relacionadas com a atividade fim, inclusive no que concerne ao processo judicial eletrônico em suas

Oficial Judiciário (Classe D) – JPI-SG – Especialidade: Comissário da Infância e da Juventude

* Auxiliar no preparo de processos, promover medidas preliminares de instrução relativas a crianças e adolescentes, determinadas pelo juiz;
* Lavrar auto de infração, quando constatar violação das normas de proteção à criança e ao adolescente que tipifiquem infrações administrativas;
* Fiscalizar a execução das normas de assistência e proteção que digam respeito à criança e ao adolescente;
* Cumprir determinação judicial, com o fim de esclarecer fatos ou circunstâncias que possam comprometer a segurança física e moral de crianças e adolescentes;
* Auxiliar a criação e manutenção de cadastro contendo informações sobre crianças e adolescentes sob regime de acolhimento familiar e institucional;
* Substituir a chefia no seu impedimento ou afastamento, quando indicado pelo superior hierárquico;
* Participar de comissões e grupos de trabalho;
* Executar outras atividades identificadas pelo superior hierárquico, relacionadas com a atividade fim, inclusive no que concerne ao processo judicial eletrônico em suas várias formas.

Fonte: Guia Muriaé

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