Em menos de 6 meses, MG registra o dobro de mortes por dengue em relação a 2022

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) divulgou uma atualização alarmante nesta segunda-feira (26) sobre a situação das arboviroses em Minas Gerais. Segundo o relatório, o número de mortes por dengue neste ano chegou a 132, o dobro dos 66 óbitos registrados em todo o ano passado.

Além dessas 132 vítimas confirmadas, a SES-MG está investigando outras 129 mortes que podem estar relacionadas à dengue. A doença já foi diagnosticada em 228.870 pessoas, e outros 397 mil casos são considerados prováveis pelo Estado.

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Os casos de febre chikungunya também estão em ascensão. Minas Gerais já confirmou quase 47 mil casos da doença, com 28 mortes registradas e outros 17 óbitos em investigação. Segundo dados do Ministério da Saúde, o país todo acumula 57 mortes e 127 mil casos prováveis dessa doença.

Por outro lado, o zika vírus não apresentou registros de vítimas em Minas Gerais até o momento. Foram confirmados apenas 37 casos, com outros 199 sendo considerados prováveis. Segundo o Ministério da Saúde, 39,6% dos criadouros do mosquito Aedes aegypti estão relacionados a caixas d’água e tambores, enquanto 36,45% estão presentes em vasos, garrafas, calhas, lajes e depósitos.

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Uberlândia é a cidade mineira que lidera em casos de dengue, com 24 mil ocorrências registradas. Já Uberaba foi onde ocorreram mais mortes em decorrência da doença, totalizando 11 vítimas. Montes Claros, no Norte de Minas, apresenta tanto o maior número de casos quanto o maior número de mortes por chikungunya.

Medidas preventivas são essenciais para combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti e, consequentemente, diminuir o risco de contaminação. Alguns cuidados simples incluem eliminar água armazenada em recipientes como vasos de plantas, pneus, garrafas plásticas e piscinas sem uso e manutenção. É importante tampar adequadamente caixas d’água, poços, cacimbas, tambores de água, cisternas, jarras e filtros, além de evitar o acúmulo de água em pratos de vasos de plantas e xaxins, utilizando areia fina até a borda do recipiente.

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Outras medidas preventivas recomendadas incluem o tratamento de plantas que possam acumular água com água sanitária, a não acumulação de vasilhas e utensílios propícios para a criação de criadouros do mosquito, o descarte adequado de pneus velhos, a manutenção do vaso sanitário sempre fechado e a limpeza frequente de diversos locais propícios à proliferação do mosquito.

Além disso, é fundamental permitir o acesso dos agentes de controle de zoonoses em residências e estabelecimentos comerciais, para que possam realizar inspeções e adotar medidas de combate ao mosquito transmissor.

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Diante do aumento significativo de casos de dengue e febre chikungunya em Minas Gerais, a população deve estar atenta e seguir as orientações das autoridades de saúde para evitar a propagação dessas doenças. A prevenção é o caminho mais eficaz para controlar o avanço dessas arboviroses e garantir a segurança da população.

Fonte: Guia Muriaé, com informações do Jornal O Tempo

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