Neogiações de dívidas com até 99% de desconto segue até dia 1º de abril
Consumidores podem renegociar dívidas com condições facilitadas
O prazo para renegociação de dívidas por meio do Feirão Limpa Nome, promovido pela Serasa, está próximo do encerramento. A iniciativa segue disponível apenas até a próxima quarta-feira, 1º de abril, oferecendo condições especiais para consumidores com o nome negativado regularizarem sua situação financeira.
A ação reúne mais de 2.200 empresas de diversos setores, incluindo instituições financeiras, operadoras de telefonia, varejistas, concessionárias de serviços essenciais e instituições de ensino. O objetivo é concentrar, em um curto período, oportunidades mais vantajosas para quitação ou parcelamento de débitos.
Entre os principais benefícios oferecidos estão descontos que podem chegar a 99% do valor da dívida, além de opções de parcelamento com valores reduzidos, a partir de R$ 9,90, conforme as condições estabelecidas por cada credor. Os pagamentos podem ser realizados via boleto, PIX ou cartão, sendo que, em alguns casos, a regularização do nome ocorre de forma imediata após a quitação via PIX.
De acordo com a Serasa, dívidas antigas, inclusive aquelas com mais de cinco anos, também podem ser incluídas nas ofertas, ampliando as possibilidades de negociação para os consumidores. Após o fechamento do acordo, a empresa credora tem até cinco dias úteis para solicitar a retirada do registro de inadimplência.
As negociações podem ser feitas gratuitamente pelos canais oficiais da Serasa, como site, aplicativo, atendimento telefônico e WhatsApp, além de pontos presenciais em milhares de agências dos Correios em todo o país.
Apesar da abrangência, nem todos os débitos podem ser renegociados no feirão. Ficam de fora dívidas protestadas em cartório, pendências fiscais com órgãos públicos, cheques sem fundo e casos relacionados a falência. Nessas situações, a recomendação é buscar diretamente as instituições responsáveis, como cartórios ou a Receita Federal.
Fonte: Guia Muriaé, com informações do InfoMoney











