Fiscalização do CRLV 2026 começa em 1º de setembro em Minas Gerais, com regras escalonadas por final de placa
Detran-MG define calendário progressivo de exigência do documento; documento pode ser digital ou impresso, mas veículo com licenciamento vencido está sujeito a multa gravíssima e remoção
A partir de 1º de setembro, o Departamento Estadual de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG) dará início à fiscalização do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) referente ao exercício de 2026. A cobrança do documento seguirá um cronograma escalonado, de acordo com o número final da placa de cada veículo.
Conforme o calendário estabelecido, os proprietários de veículos com placas terminadas em 1, 2 e 3 já precisam estar com a documentação regularizada neste mês de setembro. Para os finais de placa 4, 5 e 6, a exigência passa a valer a partir de outubro, enquanto os veículos com final 7, 8, 9 e 0 terão até novembro para se adequar às novas regras.
O órgão de trânsito esclarece que o CRLV pode ser apresentado tanto em formato digital, por meio de aplicativos oficiais, quanto impresso em folha de papel A4, sendo que ambas as versões possuem a mesma validade jurídica perante a fiscalização.
Para que o documento seja emitido, o proprietário do veículo precisa estar em dia com uma série de obrigações, entre elas o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), da taxa de licenciamento anual, de eventuais multas e de outras pendências vinculadas ao veículo. Em Minas Gerais, o valor da taxa de licenciamento para 2026 foi fixado em R$ 35,62.
O Detran-MG reforça ainda as penalidades previstas para quem descumprir as normas. Circular com o licenciamento vencido é considerado infração de natureza gravíssima, sujeita a multa de R$ 293,47, à perda de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e à remoção do veículo. Já o condutor que estiver com o licenciamento regularizado, mas não portar o comprovante no momento de uma abordagem, incorre em infração de menor gravidade, com multa de R$ 88,38 e três pontos na CNH, além da retenção do veículo até que o documento seja apresentado.
A orientação do órgão de trânsito é que os proprietários verifiquem com antecedência a situação de seus veículos, de modo a evitar autuações e transtornos decorrentes da irregularidade na documentação.
Fonte: Guia Muriaé











