Grupo suspeito de invadir casa de vice-prefeito em Maripá de Minas e explodir banco em Guidoval é preso em JF
Homens renderam um casal no Bairro Jardim dos Alfineiros. De acordo com a PM, eles são investigados por outros crimes em Maripa de Minas e Guidoval, na Zona da Mata.
Cinco homens foram presos em Juiz de Fora suspeitos de participação em uma tentativa de roubo a um casal no Bairro Jardim dos Alfineiros, na noite de terça-feira (15). Segundo a Polícia Militar, o grupo também é investigado por outros crimes registrados na Zona da Mata, entre eles a explosão de um caixa eletrônico em Guidoval e o roubo à residência do vice-prefeito de Maripá de Minas.
Durante a tentativa de assalto, três dos suspeitos teriam invadido o imóvel encapuzados e armados e rendido um casal. Uma das vítimas chegou a ser agredida. Os criminosos fugiram sem levar objetos após a mulher começar a gritar.
Durante as buscas, os militares localizaram os cinco suspeitos. Com eles, foram apreendidos cinco barras de explosivos, um revólver, uma pistola, munições, carregadores, R$ 70 em dinheiro, 150 comprimidos de ecstasy, toucas ninja, uma máscara, um giroflex e celulares.
A Polícia Militar investiga a participação de cada um dos presos nos crimes ocorridos na região.
Suspeita de ligação com roubo a vice-prefeito
A tentativa de roubo em Juiz de Fora ocorreu 12 dias após a invasão à residência do vice-prefeito de Maripá de Minas, José Geraldo Costa da Silva, conhecido como Geraldinho.
Segundo a PM, três homens invadiram a casa, renderam o vice-prefeito e a esposa e fugiram levando objetos pessoais e uma quantia em dinheiro. As vítimas não ficaram feridas.
Explosão em Guidoval
O grupo também é investigado por possível envolvimento na explosão de um caixa eletrônico em Guidoval, ocorrida em abril deste ano. Conforme a PM, oito pessoas participaram da ação. Na ocasião, dois homens, de 21 e 35 anos, foram presos e um adolescente de 17 anos foi apreendido.
Ainda segundo a corporação, os envolvidos fariam parte de uma quadrilha com atuação na zona rural de Ubá. O grupo seria investigado por outros crimes e teria realizado preparativos antes do ataque ao banco.
Fonte: Guia Muriaé, com informações do G1











