Cédulas antigas do Real: saiba até quando valem e como fazer a troca
O Banco Central está tirando as primeiras notas de circulação; veja o passo a passo para não perder dinheiro e identifique quais cédulas serão aposentadas
O Banco Central do Brasil iniciou, em julho de 2024, o processo de retirada das cédulas da primeira família do Real, emitidas desde 1994. A medida, oficializada por ato publicado no Diário Oficial da União, integra o programa de modernização do meio circulante e tem como objetivo substituir notas antigas e desgastadas por versões mais seguras e atualizadas.
Apesar da mudança, o BC reforça que todas as cédulas antigas continuam com valor legal e devem ser aceitas normalmente em qualquer estabelecimento do país. Não há previsão para perda de validade, tampouco prazo final para a substituição.
A retirada ocorre de maneira progressiva. Sempre que chegam aos bancos por meio de depósitos ou movimentações comerciais, as notas da primeira família são separadas pelas instituições financeiras e enviadas ao Banco Central. Após o recolhimento, são destruídas e substituídas pelas cédulas da segunda família do Real, introduzidas a partir de 2010 e dotadas de elementos gráficos mais avançados para dificultar falsificações.
Quais notas estão sendo retiradas
Estão em processo de substituição todas as cédulas da geração original do Real, que se destacam pelo formato único e visual característico da década de 1990. Entre elas estão:
- R$ 1
- R$ 2
- R$ 5
- R$ 10
- R$ 20
- R$ 50
- R$ 100
Modelos como a cédula de R$ 1 já se tornaram raros no cotidiano. A diferença mais perceptível entre as duas famílias é o tamanho: enquanto as notas antigas seguem um padrão único, as mais recentes têm dimensões distintas conforme o valor, além de contar com tecnologias de segurança aprimoradas.
Como trocar ou utilizar as cédulas antigas
A substituição não exige qualquer procedimento especial. O Banco Central orienta que os cidadãos utilizem as notas normalmente no comércio, já que todos os estabelecimentos são obrigados a aceitá-las. Outra possibilidade é realizar depósito em qualquer agência bancária; as instituições ficam responsáveis por encaminhar o dinheiro recolhido para processamento e destruição.
Como não há data prevista para que as cédulas da primeira família deixem de ter validade, a orientação é que o público continue usando o dinheiro em circulação sem preocupação.
Fonte: Guia Muriaé, com informações do Estado de Minas











