“Guerra” de preços faz litro da gasolina chegar a R$ 4,23 em Muriaé



Após o preço do litro da gasolina chegar a quase R$ 4,60 em alguns postos de Muriaé, mesmo enquanto alguns comércios vendiam por R$ 4,36 o litro do combustível e enquanto cidades da região vendiam o combustível bem mais barato, muriaeenses passaram a protestar e procurar estabelecimentos com preços mais em conta, inclusive combinando de abastecer apenas em postos com preço mais baixo.

Diante dos constantes reajustes do combustível, com o agravamento da crise econômica e baixa procura, alguns postos apostaram na diminuição do preço do litro da gasolina, mesmo sem recentes anúncios de redução do preço do combustível por parte da Petrobras. O lucro pode ter diminuído, mas a procura aumentou.




A mesma estratégia passou a ser adotada em outros postos de combustíveis da cidade. Na última semana, alguns estabelecimentos que vinham comercializando o litro da gasolina pelo preço médio de R$ 4,53 chegaram a baixar para R$ 4,23, embora que anunciado por faixas que seria uma promoção por tempo limitado. Em levantamento, o GUIA MURIAÉ apurou que R$ 4,23 é o menor preço do litro gasolina na cidade.

A inauguração de um novo estabelecimento em Muriaé deve acirrar ainda mais a “guerra” de preços. A Rede Anacleto, cuja matriz fica em Mutum, tem costume de trabalhar com preços bem em conta e está construindo um posto na Avenida Dante Bruno, no Dornelas.

Petrobras passa a divulgar preço médio da gasolina

Nesta segunda-feira (19), a Petrobras passou a publicar em seu site o preço médio nacional do litro da gasolina e do diesel nas refinarias e terminais, sem incluir os impostos.

A mudança ocorre após o governo pedir ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que investigue a existência de um suposto cartel de postos de combustível, que não repassaria cortes no preço da gasolina ao consumidor.

“Queremos que a queda de preços da Petrobras chegue aos consumidores. Não podemos assistir de mãos atadas à atuação cartelizada das corporações do setor em prejuízo da população”, afirmou o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, no Twitter.

Os postos atribuem os aumentos aos reajustes feitos pela Petrobras e à carga tributária sobre os produtos.

Fonte: Guia Muriaé, com informações da Veja

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