Produtores entusiasmados com o Programa ATeGCafé+Forte em Eugenópolis

Os cafeicultores da comunidade Alto da Telemig, em Eugenópolis, formarão um novo grupo do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) Café+Forte no município. O gerente do Sistema FAEMG em Viçosa, Marcos Reis esteve na localidade para apresentar o programa aos interessados.

“Tivemos sala cheia e isso é muito positivo. Mostra que a demanda é latente e traz perspectiva de que teremos um bom grupo. Eles têm o perfil que desejamos alcançar. São pequenos produtores com o objetivo de avançar nos indicadores. Esperamos que as visitas do técnico se iniciem ainda este mês”.

O mobilizador do Sindicato dos Produtores Rurais de Eugenópolis, Sebastião Oliveira explicou que os produtores já conhecem os resultados do ATeG por observarem o trabalho que é realizado nos grupos em andamento na região. “Juntamos uma turma maravilhosa para atuar juntos porque eles são comprometidos e querem se dedicar ao ATeG para colher cafés de melhor qualidade e aprender sobre custos e comercialização”, comentou.

O coordenador de agricultura de Eugenópolis, Manoel Ribeiro esteve no encontro e reforçou o apoio da prefeitura ao programa e aos produtores. Ele deu destaque às análises de solo e folhas oferecidas gratuitamente pela administração municipal aos produtores do ATeG e que também se estenderão à nova turma formada.

“Vamos realizar um sonho que a comunidade tem há muito tempo. Esperamos que seja um sucesso e que possamos ver também o crescimento desses produtores, como já acontece nas comunidades vizinhas. Estamos prontos para dar todo o apoio necessário ao desenvolvimento dessa parceria”.

José Carlos Alves e a esposa Clarice Alves são cafeicultores há sete anos e depois da reunião e se declararam prontos para começar no ATeG. “Estamos empolgados com essa oportunidade, principalmente porque teremos conhecimento sobre a gestão da atividade e a qualidade do café. Acredito que serão quatro anos bem aproveitados e teremos muitos frutos para colher no futuro”, disse o produtor.

Clarice afirmou que o programa também pode ser uma alternativa para conquistar os mais jovens e fazê-los permanecer no meio rural com qualidade de vida e enxergando a cafeicultura como um bom negócio. “Nosso lugar é um rico e devemos ver o seu valor. Acredito que o ATeGCafé+Forte vai trazer conhecimento e evolução para todos nós”.

Fonte: Senar MG

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