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Sem conseguir atendimento no RJ, paciente é recebida e consegue curar o câncer em Muriaé

Encerrando as homenagens do Dia Mundial de Combate ao Câncer, lembrado hoje, dia 8 de abril, conheça a história Elen Sales, uma paciente do estado do Rio de Janeiro que chegou ao Hospital do Câncer de Muriaé após não conseguir tratamento nos hospitais de sua região. Em Muriaé, ela encontrou tratamento e um carinho tão grande que a transforam.

Um acontecimento, que muitas vezes é o mais triste na vida de uma pessoa, pode ser um novo motivo para sorrir e lutar na vida de outra. E é assim com a Ellen Sales, fluminense, de Cabo Frio, veio procurar o Hospital do Câncer de Muriaé da Fundação Cristiano Varella quando já estava perdendo as esperanças ao não encontrar tratamento nos hospitais do seu estado.

Chegando na instituição, Ellen conta que se surpreendeu pela forma como todos a tratavam, o carinho e a atenção, desde o primeiro momento que entrou para a consulta com o doutor Luiz Carlos Navarro, mastologista do hospital, foi algo que modificou a forma de pensar da paciente.




Se antes ela estava amedrontada, devido a fama infeliz que o câncer tem de ser uma “sentença de morte”, ao chegar na instituição, ela viu sua esperança ser renovada e a forma como foi tratada aqui deu coragem para sua luta. Ela diz, agradecida, que “todos sorriem pra gente, seja quem for te trata bem, te ajuda, te dá orientações”, conta, e ainda completa “passei a enfrentar de modo positivo, porque me ensinaram isso aqui e tenho isso comigo até hoje, né, eu posso estar com dor, posso estar com algum problema, mas uma coisa que eu aprendi é que um sorriso pode curar, pode dar alegria, consolo, felicidade, um sorriso abre portas. Então eu aprendi a sorrir sempre, mesmo estando com problemas é raro você me ver chorando porque eu tenho mais a agradecer e sorrir do que a chorar”.

Hoje, curada, Ellen vem ao Hospital do Câncer de Muriaé fazer suas consultas de rotina e rever os amigos que fez na instituição. Insiste que tem muito a agradecer a Deus, sempre, e a todos que cuidaram dela aqui, salvaram sua vida e ainda a mudaram tanto que fizeram com que ela e o marido, companheiro de todos os momentos, se mudarem para perto. Agora o casal divide o tempo em Cabo Frio, onde ela cuida dos pais, e a casa nova em Eugenópolis, cidadezinha de 10 mil habitantes, há pouco mais de 25 km de Muriaé.

Ao ser perguntada sobre que mensagem daria para os outros pacientes que estão se tratando, ela não hesita em responder: “Não reclamem, não fiquem vendo problema, não fiquem vendo dificuldade. Sorriam!”




Fonte: FCV




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