Como funciona um seguro de celular?

Por maior que seja o cuidado, muita gente já ficou sem o celular de uma hora para outra. De uma tela quebrada até um roubo, perder o celular de repente gera dor de cabeça. Isso sem contar o gasto para repor o aparelho – algo que impacta no orçamento e pode bagunçar as contas de casa. Uma alternativa para evitar esse estresse é contratar um seguro de celular.

E é importante se prevenir: a pesquisa O brasileiro e seu smartphone, conduzida pela Mobile Time com a Opinion Box, indica que 35% dos brasileiros já tiveram o celular roubado ou furtado.

A seguir, entenda como esse serviço funciona, quais são os tipos de cobertura mais comuns e o que você deve considerar antes de contratá-lo.

O que é um seguro de celular?

O seguro de celular funciona da mesma forma que outros seguros: você contrata uma cobertura para determinados eventos (como roubo, furto ou quebra do aparelho, por exemplo), e, caso um deles aconteça, recebe uma indenização.

No caso dos seguros de celular, essa indenização pode ser acontecer das seguintes formas:

  • A seguradora arca com os custos do conserto do celular após encaminhá-lo para uma assistência técnica; ou
  • A empresa fornece um novo aparelho para repor aquele que foi danificado ou roubado; ou
  • O cliente recebe uma indenização em dinheiro, se essa opção estiver especificada em contrato.

Vale dizer que existem situações que podem não ser cobertas pelo seguro, como mau uso do aparelho ou descuido do usuário. Nesse cenário, dependendo das regras do contrato, o seguro não pode ser acionado. Por isso, é importante se atentar às cláusulas do seguro contratado antes de assinar.

Quanto custa um seguro de celular?

Normalmente, os valores de seguro de celular dependem do modelo de aparelho que você tem e da cobertura que deseja caso aconteça alguma coisa.

Por causa do risco envolvido, aparelhos mais caros têm custos mais elevados do que modelos mais simples ou antigos.

O que um seguro de celular cobre?

A cobertura do seguro de celular depende do que você contratar e do que estiver descrito na apólice. Os planos básicos costumam cobrir roubos ou furtos qualificados, enquanto outros cobrem situações como quebras ou furtos simples.

Ou seja: se o seu plano cobrir apenas roubos e você for furtado, não será possível acionar o seguro. Nessa situação, você precisa arcar com os custos de um novo aparelho, já que o incidente não estava classificado entre os riscos cobertos pelo seguro.

Vale ficar de olho e optar pela cobertura que faça mais sentido para você. Alguns tipos de danos cobertos por planos completos são:

  • Quedas, danos causados em tentativas de furto ou roubo, queda de raios;
  • Problemas elétricos como curto-circuito, descarga ou oscilações de energia;
  • Queda de líquidos ou imersão na água;
  • Roubo com ameaça;
  • Furto simples (quando alguém leva o aparelho sem que a pessoa perceba);
  • Furto qualificado (quando alguém rompe algum obstáculo para levar o celular – como quebrar o vidro de um carro, por exemplo).

Também existem planos que se estendem para problemas fora do Brasil, o que pode valer a pena especialmente para quem viaja com frequência para o exterior.

Como funciona a franquia do seguro de celular?

A maioria das empresas que oferecem seguro de celular cobra um valor de franquia para o cliente que acionar o serviço. A franquia do seguro é como uma taxa que o segurado deve pagar somente quando resgatar a cobertura e fica em torno de 25% do valor do celular. Ou seja: ela funciona como uma coparticipação, em que você paga uma parte e a seguradora complementa com o restante.

Importante: o valor da franquia deve ser estabelecido na apólice do seguro. Se você estiver procurando um seguro de celular, fique atento ao contrato, condições, cobertura e valor da franquia.

Seguro de celular vale a pena?

Assim como outros serviços, a resposta para essa pergunta é: depende das suas necessidades e do que você procura.

Hoje, o celular é parte fundamental do dia de muitas pessoas, seja para trabalhar, registrar momentos, pedir delivery, se divertir… O Brasil é o país onde as pessoas gastam mais tempo usando o celular – em média, 5,4 horas por dia –, de acordo com uma pesquisa da consultoria AppAnnie. Em outras palavras, isso significa que os brasileiros passam 20% do dia em frente a essa tela.

Então, se você é uma pessoa que usa muito o celular (a lazer ou a trabalho) e que nem cogita ficar sem o aparelho, perdê-lo da noite para o dia pode ser estressante.

Nesse caso, ter um seguro de celular pode te ajudar a ter mais liberdade e tranquilidade para usar o aparelho em qualquer lugar sabendo que, se algo acontecer, você não precisará desembolsar um valor alto que não estava previsto.

Mas atenção: é importante pesquisar as ofertas do mercado e analisar alguns pontos antes de fechar negócio. Fique de olho aos seguintes fatores:

  • Preço;
  • Cobertura oferecida;
  • Valor da franquia;
  • Forma de indenização;
  • Período de carência;
  • Suporte ao cliente.

Afinal, o melhor seguro é aquele que atende às suas necessidades e que se encaixa no seu bolso. Pesquisar antes de assinar qualquer contrato é sempre a melhor opção.

Fonte: Carolina Mazzola / Nubank

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