Professora do IF Muriaé desenvolve projeto de extensão sobre feminismo

“Feminismo: Um Encontro” vai abordar o tema em sua essência, desmistificando os estereótipos que fazem com que seja mal interpretado e não usado para o desenvolvimento social.

O projeto de extensão “Feminismo: Um Encontro”, com autoria de Érika Rodrigues Coelho, professora do núcleo de Design de Moda do campus Muriaé, vai debater as subjetividades femininas e principalmente negras, buscando em diversos autores e representantes do ecofeminismo, uma forma de nutrir o sentimento de capacidade, de autoestima e força para resistir ao sexismo e racismo da sociedade.

A participação é livre para estudantes que estejam cursando o ensino médio, independente da instituição. Para se inscrever no projeto, o aluno deve enviar um e-mail para [email protected] manifestando o seu interesse em participar, informar o CPF, RG, a data de nascimento e endereço de e-mail para fins de cadastro no sistema e emissão de certificado.

Confira o resumo do Projeto na íntegra:

O projeto “Feminismo: Um Encontro” aborda o conceito do feminismo em sua essência desmistificando os estereótipos que fazem com que seja mal interpretado e não usado para o desenvolvimento social. A naturalização de posturas e conceitos inadequados contra a mulher na sociedade culmina em consequências que vão desde as violências mais invisíveis até o feminicídio, portanto, constituindo o feminismo em uma forma de cuidar para que esse mal não continue prevalecendo. A proposta objetiva de forma geral, o desenvolvimento do olhar atento, e a escuta das narrativas femininas em suas realidades evidenciando a importância da sororidade, do pensamento crítico, para além do desenvolvimento da capacidade de projeção de voz. Trabalhar as subjetividades femininas e principalmente negras buscando no ecofeminismo, em Wandana Shiva e Wangari Maathai, em autoras referenciais como Audre Lorde, Oyèrónkẹ´Oyěwùmí, Bel Hooks e outras; e mediante artistas negras que são representantes dessas vozes subalternizadas consiste em uma forma de nutrir o sentimento de capacidade, de autoestima e força para resistir ao sexismo e racismo vigentes.

Fonte: IF Muriaé


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