Marido é preso após corpo de psicóloga ser identificado por familiares



Na sexta-feira (8), a Polícia Civil divulgou informações sobre a apuração do caso de uma mulher encontrada morta, com sinais de violência no pescoço e com o rosto queimado, no dia 31 de maio, em Juiz de Fora. Após investigações, a equipe de policiais prendeu, ontem (7), o marido da vítima, de 38 anos. A vítima foi identificada como a psicóloga Marina Gonçalves Cunha, de 35 anos.

Conforme informações da delegada Ione Maria Moreira Dias Barbosa, responsável pelas investigações, após o contato da família com o Instituto Médico Legal (IML), o reconhecimento do corpo por parte dos familiares e a constatação feita pelos médicos-legistas por meio da arcada dentária, foi possível identificar o corpo da mulher. “O suspeito alegou para os familiares que, após um desentendimento, a mulher teria abandonado a família e saído de casa. Mas, como se passou dez dias, a família resolveu procurá-la”, explicou.




Durante as diligências, o homem foi até a delegacia e acabou confessando o crime. Imediatamente, a delegada representou pela prisão preventiva do suspeito, que foi deferida pela Justiça. Em depoimento, o preso disse que a mulher teria feito ameaças com uma faca e, após a briga, ele teria enforcado a esposa. “Segundo o suspeito, quando viu que a vítima estava desacordada, tentou fazer massagem cardíaca, mas constatou que ela estava morta. Ele disse que não sabia o que fazer e tentou se desfazer do corpo”, contou. No relato do investigado, ele teria saído de seu apartamento com o corpo da vítima enrolado em um edredon, dentro de um carrinho de compras, com sacolas em cima. “Depois, o corpo foi colocado no porta-malas do carro e deixado em uma mata no bairro Aeroporto”, disse.

De acordo com a delegada, o homem se encontra no Sistema Prisional, à disposição da Justiça. “Na próxima semana, vamos ouvir familiares e testemunhas. Também estamos aguardando os laudos de levantamento de local e do exame cadavérico. Além disso, imagens de câmera de segurança estão sendo recuperadas pelos investigadores”, concluiu, enfatizando que as diligências prosseguem.

Fonte: PCMG

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