Operação contra o tráfico de drogas cumpre mandados de busca e de prisão em cinco municípios de MG

Na manhã desta quinta-feira, 22 de abril, foi deflagrada a Operação “Baro”, com a participação do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), 1ª Promotoria de Justiça de Mantena e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) de Governador Valadares. A ação foi coordenada pela Polícia Federal e também integrada pelas Polícias Civil, Militar e Penal, para desarticular organização criminosa dedicada ao tráfico de drogas.

Na ação, foram cumpridos 26 mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão temporária e quatro mandados de prisão preventiva, em Governador Valadares, Santana do Paraíso, Ipatinga, Caratinga e Mathias Lobato.

Durante as investigações, que duraram mais de um ano, foram descobertos laboratórios de processamento de crack e cocaína na região. Também foram presos em flagrante indivíduos ligados ao grupo criminoso que atua no Leste de Minas e no Espírito Santo. Durante a ação penal decorrente de operação policial da FICCO, foi realizada colaboração premiada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Gaeco de Governador Valadares, que, em união de forças com a FICCO, viabilizou a desarticulação da associação destinada ao tráfico com operação desta quinta.

Os fatos investigados demonstram a prática de diversos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, além da possível lavagem de bens e capitais e atuação de organização criminosa. Caso condenados, os infratores podem sofrer penas que superam 50 anos de prisão.

A ação contou com a participação de 130 policiais federais, civis, militares e penais.

Mandados

Dos nove mandados de prisão, sete foram cumpridos em Governador Valadares, um em Santana do Paraíso e um em Ipatinga. Além disso, foram sequestrados veículos de alto valor, imóveis e valores em espécie.

Elementos de prova

A operação tem por objetivo a coleta de mais provas e dados acerca das operações financeiras e negociações relacionadas ao tráfico, inclusive identificação de “laranjas” e ocultação de patrimônio e bens obtidos por meio das atividades criminosas.

Fonte: MPMG


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