Polícia Civil deflagra operação para combater tráfico de drogas em Juiz Fora

Entre quarta-feira (9) e madrugada desta quinta-feira (10), a Polícia Civil de Minas Gerais deflagrou uma operação para combater o tráfico ilícito de drogas no Bairro Ipiranga e adjacências.

Durante a ação desencadeada pela Delegacia Especializa Antidrogas, foram apreendidos dez frascos de lança-perfume; uma porção grande de cocaína em pó; pedra da mesma droga; 150 quilos de substância utilizada para o fracionamento da droga; dois celulares e dinheiro. Um rapaz de 23 anos foi preso pela prática do crime de tráfico de drogas e um adolescente de 17 anos foi apreendido.

De acordo com o Delegado Rafael Gomes, as diligências foram realizadas, após troca de informações entre as Agências de Inteligência do 4º Departamento de Polícia Civil em Juiz de Fora e do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (DENARC).

Apurações indicaram que o menor receberia uma carga contendo substâncias ilícitas para reposição e comercialização, o que foi confirmado pela equipe de policiais civis ao encontrar o material na residência do jovem.

Segundo a autoridade policial, investigações apontam que a família dele também estaria envolvida com a prática criminosa. “Na cabeceira da cama do padrasto do menor a cocaína foi apreendida. Além disso, em uma cômoda, também localizamos a pedra da mesma droga, conhecida como ‘Escama de Peixe’.

Em continuidade às buscas no local, encontramos o restante da droga e diversas caixas de papelão, contendo sacos de uma substância branca, que seria utilizada para a mistura de cocaína. Isso indica que eles armazenavam esse material para um possível laboratório. As apurações prosseguem”, explicou, complementando que “a investigação indica que, apenas neste ano, o grupo teria adquirido quase R$ 300 mil de tal substância”.

O padrasto do jovem e o próprio adolescente foram encaminhados à unidade policial. Posteriormente, o rapaz foi conduzido ao sistema prisional e o menor entregue ao responsável legal, conforme disposto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). As investigações seguem em andamento.

Fonte: PCMG


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