Polícia Civil esclarece crimes de latrocínio em Juiz de Fora

A Polícia Civil de Minas Gerais esclareceu crimes de latrocínio – tentado e consumado -, ocorridos em abril deste ano e em janeiro de 2020, no município de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira.

Em virtude de conclusão de investigações realizadas pela Delegacia Especializada de Repressão a Roubos, dois suspeitos, 31 e 37 anos, já se encontram presos. Além disso, também foi concluído inquérito policial acerca do latrocínio tentado cometido em dezembro de 2016, em Dias Tavares. Um jovem de 27 anos está preso, suspeito de ter praticado o crime. Na ocasião, a vítima de 20 anos teria sido alvejada por quatro disparos de arma de fogo durante o roubo de um celular.

Durante coletiva realizada na tarde de segunda-feira (12/7), o titular da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos, delegado Rogério Woyame, explicou sobre as apurações relacionadas aos três casos. Segundo ele, investigações envolvendo o caso mais recente apontaram que, no dia 27 de abril, dois homens teriam invadido a residência de um médico, de 59 anos, no bairro Alto dos Passos, e cometido o crime de latrocínio tentado. Um dos investigados, de 37 anos, já está preso.

Apurações indicaram que eles seriam usuários de droga e, antes de entrar na residência da vítima, estariam na rua esperando uma oportunidade para subtrair algo de valor. “Procurando alguma casa para cometer furto ou roubo. Eles estavam com uma arma de fogo e pularam o muro de uma casa, mas um cachorro começou a latir. Posteriormente, pularam o muro para outra casa. Entraram na residência do médico, pois uma das portas de acesso estava aberta, nos fundos”, contou, explicando que, ao se deparar com os homens dentro da residência, o médico achou que eles estavam com o filho dele e acabou entrando em luta corporal com os suspeitos. “Na briga, um dos autores teria efetuado dois disparos contra o médico e um dos disparos acertou a vítima no abdômen. O suspeito que já se encontra preso confessou que ele tentou efetuar mais disparos de arma de fogo contra o médico, mas a arma falhou”, disse, complementando que as investigações prosseguem com o intuito de identificar o outro suspeito envolvido.

Segundo o delegado, outro crime – cometido no dia 28 de janeiro do último ano – também foi elucidado pela Polícia Civil. Na ocasião, o investigado de 31 anos – usuário de droga e sobrinho da vítima, de 79 anos – teria entrado na residência da tia e roubado dinheiro dela. “Em razão de vício, ele acabou matando a tia”, finalizou, destacando que esse é mais um caso que foi concluído pela PCMG.

Fonte: PCMG


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