Polícia Civil participa de audiência pública sobre crimes cibernéticos em Juiz de Fora

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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) participou, nessa quinta-feira (25/5), na Câmara Municipal de Juiz de Fora (CMJF), de audiência pública sobre prevenção de crimes cibernéticos por meio da educação.

O debate, motivado pelos sucessivos registros de golpes digitais em Juiz de Fora, contou com a participação do delegado Daniel Buchmuller de Oliveira e da investigadora Vanessa Chicri Salazar Chebli. A audiência foi requerida pelos vereadores Bejani Júnior, Cido Reis, Protetora Kátia Franco e Nilton Militão.

O vereador Bejani Júnior iniciou o debate destacando o índice criminal dessa prática criminosa. “Nosso país registra aumentos significativos nos índices desse crime. A gente vem acompanhando isso de uma maneira bem preocupante, principalmente com relação aos nossos idosos, crianças e adolescentes”.

A investigadora Vanessa destacou que em janeiro de 2021, 223 milhões de pessoas tiveram seus dados vazados na internet. “Os criminosos então se apoderam desses dados para praticar delitos no ambiente virtual”. A investigadora falou, ainda, sobre a necessidade de educar as pessoas para que elas possam se prevenir. “E, por isso, eventos como esse, de disseminação de informações, são tão importantes”. Também foi feita uma explanação de termos técnicos que podem auxiliar na prevenção de golpes.

Já o delegado Daniel Buchmüller listou as formas como os criminosos costumam agir para criar os golpes. “Pela invasão dos dispositivos, pela engenharia social, por meio da qual a própria vítima, em conversas, passa todas as informações ao criminoso, por links falsos que ‘roubam’ as informações ou facilitam invasões e até falsos anúncios, falsos perfis para relacionamentos amorosos”.

Um alerta aos pais foi feito pelo delegado, que frisou: “as crianças e adolescentes estão expostas a todo tipo de criminoso na internet, é necessário que os pais tenham controle, é preciso saber com quem seu filho está conversando, sobre o que estão conversando. Eu prefiro ser um pai chato, do que ser o pai de uma vítima de golpes da internet, que podem levar, inclusive, que a criança ou adolescente comentam suicídio, tamanha a pressão e constrangimento que esses crimes podem causar”, concluiu o delegado.

Fonte: PCMG

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