Proliferação desordenada de plantas aquáticas na represa Barra do Braúna gera preocupação ambiental

O crescimento desordenado de macrófitas – uma espécie de planta aquática – no espelho d’água do lago da Usina Hidrelétrica do Rio Pomba, popularmente conhecida como Represa Barra do Braúna, está gerando preocupação ambiental na Zona da Mata mineira.

A proliferação desenfreada destas espécies em rios ou represas pode gerar prejuízos e desequilíbrios no meio ambiente, além de prejudicar o turismo no local, que tem se mostrado aquecido em várias épocas do ano.

Preocupado com a situação, o advogado leopoldinense José Eduardo Junqueira Ferraz solicitou à Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (SEMAD-MG) medidas preventivas e de fiscalização.

O advogado, inclusive, esteve pessoalmente na sede da Secretaria, em Belo Horizonte, na última semana, para discutir a problemática com a subsecretária de Regularização Ambiental da pasta, Anna Carolina da Motta Dal Pazzolo.

Naquela oportunidade, o advogado apresentou, em nome próprio, um requerimento oficial indicando a necessidade de realização de diligências fiscalizatórias perante a empresa Barra do Braúna Energética S/A, assim como da Copasa, que é a responsável pelo tratamento de água de todas as cidades que margeiam o Rio Pomba naquela região – Laranjal, Recreio, Cataguases, Leopoldina e Palma.

“As macrófitas aquáticas impedem a boa utilização turística e de lazer do lago da Usina Hidrelétrica Barra do Braúna. Trata-se de um problema recorrente, que dificulta o desenvolvimento de uma indústria de turismo e lazer em um dos mais belos locais da Zona da Mata”, ressalta José Eduardo Junqueira.

O requerimento tem o objetivo de averiguar se ambas as concessionárias estão cumprindo com suas respectivas obrigações legais.

Segundo apurado em documentos pelo advogado, a hidrelétrica possui a obrigação de manter o controle das espécies, assim como a limpeza do espelho d’água. Já a Copasa teria que garantir a qualidade do tratamento dos rejeitos que são despejados no local.

Fonte: Mariana Marge

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