Jovens mortos em SC devem ser velados juntos em MG: ‘Saíram atrás de um sonho’

Carros funerários cedidos pela Prefeitura de Paracatu vão fazer o translado dos corpos após a fatalidade em Balneário Camboriú

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A cidade de Paracatu, no Noroeste de Minas Gerais, se prepara para velar em conjunto os quatro jovens mineiros encontrados mortos em Balneário Camboriú, no litoral Norte de Santa Catarina. Nesta terça-feira (2 de janeiro), carros funerários cedidos pela Prefeitura de Paracatu conduzirão os corpos das vítimas para a cidade natal.

Nicolas Kovaleski, de 16 anos, Gustavo Pereira Silveira Elias, de 24 anos, Karla Aparecida dos Santos, de 19, e Tiago de Lima Ribeiro, de 21 anos, eram amigos inseparáveis que compartilhavam o sonho de construir uma carreira no marketing digital. A fatalidade ocorreu após a virada do ano em Florianópolis, onde buscavam oportunidades no setor.

Dayane Oliveira Caldas, de 31 anos, irmã de Nicolas, expressou a dor da perda e ressaltou as qualidades do irmão. “Meu irmão era muito estudioso, inteligente e dedicado. Foi muito triste o que aconteceu”, lamentou.

O grupo estava em Balneário Camboriú para receber uma amiga, namorada de um dos jovens, que viajou de Minas Gerais para se encontrar com eles. Ao chegar à rodoviária, ela os encontrou passando mal, com sintomas de intoxicação por monóxido de carbono, incluindo ânsia de vômito e tontura.

A suspeita é de que a intoxicação tenha ocorrido devido à concentração do gás dentro do veículo, uma BMW, que permaneceu com o ar-condicionado ligado por cerca de quatro horas. A Polícia Civil investiga as circunstâncias para determinar como o incidente se desenrolou.

Além de arcar com os custos do translado dos corpos, a Prefeitura de Paracatu decretou luto oficial de um dia na cidade, solidarizando-se com a tragédia que abalou a comunidade.

Customização em BMW pode ter intoxicado jovens de MG mortos em Camboriú

Uma possível customização no cano de escape da BMW pode ser a causa das mortes dos quatro jovens encontrados sem vida em Balneário Camboriú, Santa Catarina. A Polícia Civil suspeita que a modificação no veículo tenha levado à intoxicação por monóxido de carbono.

O delegado responsável pela investigação informou que os familiares relataram uma customização recente no cano de escape do veículo. “Vamos tentar fazer esse vínculo para apurar se a causa da morte é porventura da customização do veículo ocorrida dias atrás. O IML já descartou a possibilidade de violência. Informações preliminares dão conta que houve um vazamento entre o motor e o painel do veículo, que causou intoxicação e asfixia das vítimas que estavam no carro. Uma fatalidade ocasionada por um defeito”, explicou o delegado.

O grupo havia combinado de passar o Réveillon juntos em Balneário Camboriú. A única sobrevivente desembarcou duas horas antes e aguardou pelos amigos. Quando chegaram de carro, que estava com o ar condicionado ligado, eles reclamaram de ânsia de vômito e tontura.

A suspeita recai sobre um vazamento entre o motor e o painel do veículo, causando intoxicação e asfixia. A sobrevivente saiu e voltou do carro, o que pode ter minimizado os efeitos da intoxicação para ela.

A investigação continua para esclarecer os detalhes da customização e como ela pode ter contribuído para a tragédia.

Fonte: Guia Muriaé, com informações do Jornal O Tempo e Estado de Minas

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