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Conheça mais sobre as DSTs previna-se

A recomendação mais indicada para evitar a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) é o uso de camisinha nas relações sexuais. Mas, tão importante quanto a prevenção, é saber identificar quando seu corpo apresenta sinais de anormalidade. Quanto mais cedo forem identificadas, melhores podem ser resultados no tratamento de DSTs.

Feridas, corrimentos, bolhas e verrugas são manifestações comuns de DSTs, que podem ser causadas por vírus, fungos e bactérias. Algumas doenças apresentam sintomas periódicos, dando falsa sensação de melhora ao paciente. Outras não desenvolvem reações orgânicas comuns ao organismo, principalmente em mulheres. Nestas situações, em caso de relação sexual sem uso de camisinha, realize consultas periódicas com o médico.




As DSTs também podem ocorrer por transmissão vertical, quando a mãe infecta o bebê durante a gravidez ou durante o parto, o que pode causar interrupção espontânea da gestação ou graves lesões ao feto. A transmissão também pode se dar por transfusão de sangue contaminado ou compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis.

Previna-se!

Gonorreia




De fácil transmissão, a doença é causada por bactéria que pode afetar a uretra e o colo do útero. Popularmente conhecida pelos nomes de pingadeira, esquentamento ou blenorragia, a doença provoca sintomas aparentes, como secreção purulenta, ardor, eritema e infecta especialmente a uretra, canal que liga a bexiga ao meio externo, mas, nas mulheres, pode ser assintomática. Manifesta-se também na pele, provocando feridas nos órgãos genitais. Na mulher, denomina-se bartolite, que são edemas nas glândulas de Bartolin, localizadas próximas aos pequenos lábios, e causam deformação genital.

Clamídia




É a DST de maior prevalência no mundo e apresenta sinais parecidos com o da gonorreia. A doença também é causa por bactéria, que provoca corrimento de cor clara na uretra e dor ao urinar. As mulheres acometidas pela bactéria podem não apresentar sintomas, mas a doença pode infeccionar útero e trompas, resultando em complicações como dor durante as relações sexuais, gravidez nas trompas (fora do útero), parto prematuro e até mesmo esterilidade. Nos homens, a clamídia pode causar inflamações nos epidídimos e nos testículos, resultando obstruções que impedem a passagem dos espermatozoides. Também pode ser transmitida da mãe para o bebê durante o parto. Uma vez instalada a infecção, o tratamento consiste no uso antibióticos específicos.

Linfogranuloma venéreo

Caracteriza-se pelo aparecimento de uma lesão genital de curta duração (de três a cinco dias), que se apresenta como uma ferida ou como uma elevação da pele. Após a cura da lesão primária surge um inchaço doloroso dos gânglios de uma das virilhas. Se esse inchaço não for tratado adequadamente, evolui para o rompimento espontâneo e formação de feridas que drenam pus.

Tricomoníase

Os sintomas são, principalmente, corrimento amarelo-esverdeado, com mau cheiro, dor durante o ato sexual, ardor, dificuldade para urinar e coceira nos órgãos sexuais. Na mulher, a doença pode também se localizar em partes internas do corpo, como o colo do útero. A maioria dos homens não apresenta sintomas. Quando isso ocorre, consiste em uma irritação na ponta do pênis.

Herpes genital

Manchas avermelhadas sobre a pele com pequenas bolhas na ponta do pênis ou na parte externa da vagina podem ser sinais da doença. As bolhas causam ardência e coceira intensa, o que normalmente ocasiona seu rompimento e, consequentemente, feridas que cicatrizam de forma espontânea. A doença é causada pelo vírus do herpes simples (HSV) que provoca lesões na pele e nas mucosas dos órgãos genitais masculinos e femininos. A doença não tem cura e uma de suas características é a regressão e ativação das lesões na pele, que ocorrem em intervalos de tempo imprevisíveis, normalmente quando o paciente apresenta quadros de baixa imunidade. Pessoas infectadas pela doença têm a primeira infecção de forma mais grave e longa do que as posteriores, outras mesmo infectadas nunca desenvolvem os sinais da doença. Independente de sintomas, todos os portadores podem transmitir o vírus HSV nas relações sexuais.

Fonte: Blog da Saúde

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