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Dia Mundial de combate ao Câncer: nem todo herói usa capa

As vezes os heróis estão nos lugares que a gente menos espera, afinal, quem imaginaria que na pequena cidade de Vieiras, há 40km de Muriaé, nasceria uma super-heroína? Pois é isso que Bianca Paloma Belinato, de 19 anos, é, uma heroína!

A jovem, filha de uma dona de casa e um lavrador, começou a superar desafios desde muito nova, quando aos 5 anos foi diagnosticada com câncer no rim e encaminhada para o Hospital do Câncer de Muriaé da Fundação Cristiano Varella.

A instituição, que também estava apenas começando, recebeu sua primeira paciente infantil e com a dedicação dos colaboradores e médicos cuidaram para que Bianca fosse recebida com carinho e tratamento de qualidade.




O choque de saber que sua filha estava com câncer não abalou a determinação da família que, com a força de vontade inabalável de Bianca, venceu essa batalha apesar dos sustos pelo caminho.

Mas o período novamente em casa foi curto e a menina, que havia acabado de passar 9 meses em tratamento, teve que voltar. Um novo tumor, dessa vez no pulmão, foi diagnosticado em um exame de rotina.

A batalha recomeçou, mas Bianca, já querida por todos no Hospital devido ao seu bom humor e otimismo, não se deixou abalar! Com a confiança das crianças, ela afirmava que não ia desistir. E não desistiu! Depois de mais 6 meses de tratamento, a super-menina saiu vitoriosa novamente e derrotou seu inimigo.




Quando todos achavam que estava tudo bem e já fazia quase 2 anos que Bianca estava saudável, sua família foi mais uma vez surpreendida com a terrível notícia de que dessa vez era seu outro pulmão que apresentava a doença.

Sem se deixar abalar, Bianca recomeçou mais uma vez sua batalha e seguiu sendo um exemplo para colaboradores, médicos e outros pacientes, sempre com um sorriso no rosto e a certeza de que ficaria bem, ela lutou por mais 6 meses e, mais uma vez, venceu!




E dessa vez o câncer foi derrotado e a pequena que passou boa parte de sua infância lutando contra uma doença terrível, cresceu forte, linda e saudável, como a heroína que se tornou!

Agora, aos 19 anos, Bianca se aposentou da vida de super-heróina e só quer ser pedagoga. As visitas ao Hospital para exames de rotina continuam seguindo sem novos sustos, para alegria de todos, especialmente de sua mãe, dona Márcia, de quem não desgruda!

Para ela, a lição que gostaria de deixar aos pacientes é que com força e fé todos podem superar essa doença, que não pode se entregar, tem que ser forte e não desistir!

Campanha estimula hábitos saudáveis para lembrar o Dia Mundial do Câncer

Neste sábado (4) em todo o mundo se celebra o Dia Mundial do Câncer. A data – criada pela União Internacional de Controle do Câncer – busca levar as pessoas a refletirem sobre a doença. A ideia é evitar milhões de mortes por ano em decorrência da enfermidade.

A Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama( Femama) é membro da organização internacional e envolve o país na mobilização global.

E foi buscando este enfrentamento contra a doença, que a Femama lançou um desafio online para estimular hábitos de vida saudáveis pelo combate ao câncer.

Para participar, basta postar nas redes sociais uma foto praticando uma atividade física acrescentada das hashtags #DiaMundialdoCancer // #NosPodemosEuPosso e #DesafioFEMAMA.

A brincadeira é desafiar dois amigos a fazerem o mesmo. Ao usar a hashtag, a pessoa pode ter sua foto publicada no mural do site worldcancerday.org ao lado de contribuições do mundo todo.

Segundo o Inca, Instituto Nacional de Câncer, o câncer de mama – que é o foco do trabalho da Femama – é o mais comum em mulheres, sendo a quinta causa de morte por câncer no geral e a mais frequente entre o público feminino.

No Brasil, excluídos os tumores de pele não melanoma, o câncer de mama também é o mais incidente em mulheres de todas as regiões, com exceção do norte do País, onde o câncer do colo do útero ocupa a primeira posição.

Em 2016, foram estimados quase 58 mil novos casos, que representam uma taxa de incidência de cerca de 56 casos por 100 mil mulheres.

Ainda de acordo com o Inca, a taxa de mortalidade por câncer de mama ajustada pela população mundial vem crescendo e representa a primeira causa de morte por câncer na população feminina brasileira, com cerca de 12 mortes para cada 100 mil mulheres em 2013.

Fonte: FCV / Agência Brasil


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