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Aluno da Maximino Benassati se classifica para a fase Regional do JEMG 2013


Aluno da Maximino Benassati fez bonito no xadrez

A Escola Estadual Maximino Benassati fez bonito com seu aluno Patrick Borges que passou para a fase Regional dos Jogos Escolares de Minas Gerais (JEMG) 2013 na modalidade xadrez.

Seu professor, Matheus Marge, está muito feliz, pois o resultado é fruto do seu traballho.

Fonte: E. E. Maximino Benassati


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Formatura: PRONATEC profissionaliza 117 alunos em Muriaé


Formatura do PRONATEC em Muriaé

Os sonhos de 117 alunos se formarem nos cursos de qualificações profissionais do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC), foram concretizados na terça-feira (21/05), em solenidade onde o prefeito, Aloysio Aquino, e a secretária de Desenvolvimento Social, Cláudia Aquino, entregaram os certificados de conclusões, durante cerimônia realizada no Teatro Zaccaria Marques, às 19h30.

Em seu pronunciamento, o prefeito, Aloysio Aquino, disse que é dever do poder público, aliado a entidades como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC), que são integradas ao PRONATEC, buscar alternativas que possam amenizar o drama social do desemprego. “O SENAI e o SENAC têm exercido com muita competência na preparação de cidadãos para o mercado de trabalho e, justamente por isso, estamos aqui hoje participando da solenidade de conclusão de diversos cursos ministrados por essas entidades. Por isso, cumprimento os formandos, que tiveram força e vontade para vencer, a direção de todas as entidades envolvidas no processo de formação desses jovens, assim como os monitores dos cursos e funcionários”, finalizou o prefeito.

Já a secretária de Desenvolvimento Social, Cláudia Aquino, enfatizou que o mercado de trabalho tem se tornado cada vez mais competitivo e exigente na busca por profissionais qualificados. “Por esses motivos, a Secretaria de Desenvolvimento Social, realizou a adesão ao Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC). O Programa tem por objetivo oferecer gratuitamente cursos presenciais de qualificação profissional, em diversas áreas, com duração mínima de 160 horas. Constitui-se em um importante instrumento de fomento ao desenvolvimento profissional, de inclusão e de promoção do exercício da cidadania. Neste ano, já foram realizadas 724 pré-matrículas e ofertados 15 cursos até a presente data”, ressaltou Cláudia Aquino. Ela concluiu o seu discurso afirmando que a prefeitura de Muriaé, através da Secretaria de Desenvolvimento Social, está investindo no capital humano, oferecendo oportunidades para aqueles que têm ciência que o diferencial em questão é o conhecimento adquirido, a vivência e a busca constante por qualificação. E desejou a cada um dos formandos um futuro profissional de sucesso.

Também compuseram a mesa de autoridades: a Diretora Regional da Sedese, Ana Maria Silveira Reis; a Gestora Municipal do PRONATEC, Hérika Rodrigues Dala Paula; o Diretor do SENAI de Muriaé, José Júnior Lima Alves Oliveira e o Diretor do SENAC de Juiz de Fora, Luiz Henrique Andrade de Deus.

Ao final da solenidade, aconteceu a apresentação do Coral Vozes, do Projovem do São Joaquim e do Joanópolis, que animou todo o público presente.

Fonte: Nathália Aquino Sigiliano


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Brasil tem dois anos para apresentar marco regulatório de proteção de ecossistemas


Proteção ao meio ambiente no Brasil

O governo brasileiro tem dois anos para apresentar um marco regulatório de proteção dos ecossistemas costeiro e marinho se pretende cumprir o compromisso firmado por vários países durante a Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, realizada em junho do ano passado no Rio de Janeiro. No encontro, negociadores de vários países não conseguiram chegar a metas comuns para a proteção da biodiversidade em alto-mar.

Apesar do esforço da delegação brasileira e de outros países e dos resultados de um estudo das Nações Unidas que alertava, em 2004, que algumas espécies de peixes podem deixar de existir se não forem adotadas medidas urgentes – comprometendo, inclusive, a segurança alimentar -, os países definiram apenas que vão adotar regras nacionais para proteger essa diversidade.

As regras nacionais para proteger os ecossistemas costeiro e marinho serão a base para que as economias cumpram as metas internacionais. No Brasil, a proteção dessa diversidade é assegurada apenas pela Constituição Federal, com a Lei de Gerenciamento Costeiro. “De 1988 para cá, muita coisa mudou e temos novas atividades econômicas, novas ameaças e muito pouco da lei que, de fato, ocorreu e foi implementada”, disse Leandra Gonçalves, bióloga e consultora da Fundação SOS Mata Atlântica.

A Mata Atlântica estende-se por quase todo o litoral brasileiro, em pelo menos 13 dos 17 estados que abrangem o bioma. Os ecossistemas costeiro e marinho são considerados fundamentais para vários processos naturais, por serem áreas de reprodução de espécies. Além disso, servem como fonte de alimentação e abrigo, e a fauna e a flora encontradas nessas áreas são fontes de alimentos e renda para populações locais.

Especialistas destacam que essas áreas contribuem para a proteção da linha de costa, o equilíbrio climático, o conforto térmico nas cidades e a produção de pescados. Apesar de todos os serviços prestados, as autoridades ambientais lembram que esses ecossistemas estão entre os mais ameaçados do mundo.

Leandra Gonçalves destaca que o bioma apresenta duas situações de ameaça. Enquanto a Região Nordeste sofre por ter a maior cobertura de manguezais ameaçados pela indústria da pesca do camarão, os estados do Sudeste absorvem as pressões pela concentração populacional e o maior nível de interesse econômico que impulsiona atividades como a exploração de petróleo e a pesca.

“Temos baixíssimo nível de medidas de zoneamento costeiro e de organização. Desde 2008, temos acompanhado uma euforia pela exploração off shore, por exemplo, e observado vazamentos de óleo que geram prejuízos para todo o sistema. O governo tem prometido um plano de contingência, mas isso ainda não saiu do papel”, acrescenta.

Parlamentares e representantes do governo, de organizações da sociedade civil e do setor produtivo começaram os debates, no Congresso Nacional, para reunir informações sobre o que deveria estar incluído no marco legal para a área. O maior desafio do grupo é tentar compatibilizar os interesses pelo uso econômico dos recursos hídricos e marinhos com a conservação dos ecossistemas. “Há interesse muito forte da exploração de petróleo, da indústria pesqueira e dos setores de mineração, já que, no fundo do mar, há vários minérios importantes para a própria indústria e para o setor farmacêutico. Por isso, antes de receber críticas da iniciativa privada, queremos chamar todos para uma conversa”, diz a bióloga.

Diante de tantas divergências, a legislação corre o risco de não ser concluída até 2015, mas os negociadores esperam, pelo menos, que as discussões estejam adiantadas até lá. As normas terão que prever, por exemplo, a criação de áreas protegidas, o que é considerado um dos principais compromissos internacionais com essa biodiversidade. “De dez anos para cá, a última unidade de conservação (UC) costeira e marinha, criada em nível federal, foi em 2009 e é de uso sustentável. Não me lembro de uma UC de conservação integral, que é a que realmente permite que a natureza se recupere”, acrescenta.

Os negociadores também terão que equacionar a polêmica sobre subsídios industriais de grande escala. Pelos dados da SOS Mata Atlântica, 80% dos estoques de peixe estão sendo pescados acima do do limite de recuperação dessas espécies. As áreas protegidas podem minimizar os impactos dessa atividade, mas os ambientalistas defendem a revisão dos incentivos a alguns setores e a exigência de um plano de manejo.

A lei de proteção dos oceanos também terá que preencher uma lacuna que as regras atuais não cobrem. Pela lei de gerenciamento costeiro em vigor, está assegurada a linha de costa até 12 milhas náuticas. A Constituição estabelece que a União é soberana até 200 milhas náuticas. “O intervalo entre as 12 milhas e 200 milhas, por mais que tenha regras internacionais, ainda está carente de uma lei que proteja e complemente essa área”, diz a bióloga.

Fonte: Agência Brasil


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Notícias que foram destaque no dia de 23/05/2013 em Muriaé e região


Confira abaixo as principais notícias que foram destaque no dia de 23/05/2013 em Muriaé e região:


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Secretaria Municipal de Educação convida para Fórum Local/Municipal do CONAE


Fórum do CONAE em Muriaé

A Secretaria Municipal de Educação de Muriaé tem a honra de convidar a todos, em especial os representantes da educação de nossa cidade (gestores, funcionários, pais de alunos, alunos emancipados), para participarem do Fórum Local/Municipal da Conferência Nacional de Educação (CONAE).

Nesta etapa, além de estudarmos os sete Eixos do Documento Referencial, que tem como tema central da Conferência “O PNE na Articulação do Sistema Nacional de Educação: Participação Popular, Cooperação Federativa e Regime de Colaboração”, também haverá a escolha/eleição dos doze membros que representarão Muriaé na Conferência Intermunicipal Micro que acontecerá dia 03/06/2013 em Vieiras-MG.

Serviço

Data: 28/05/2013 – Terça-feira
Horário: 8:00 às 17:00 horas
Local: Teatro Zaccaria Marques, Avenida Constantino Pinto, 400, Centro

Fonte: Guia Muriaé


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Rotativo de Muriaé é modelo para cidades vizinhas e deve ser implantado em Itaperuna


Sistema Rotativo de Muriaé

Muriaé recebeu na tarde de quarta-feira (22) a visita de representantes do Departamento Municipal de trânsito (DEMUT) de Itaperuna.

O Diretor do Departamento Municipal de Trânsito e Transportes (DEMUTTRAN), Mário Brambilla, recebeu o assessor especial de gabinete da Prefeitura de Itaperuna, Dr. Sérgio Araújo Nunes, e o Diretor do DEMUT, Wagner Ramos de Aguiar. O encontro teve como objetivo estudar o sistema de estacionamento rotativo muriaeense.

Para Mário Brambilla, diretor do DEMUTTRAN, a implantação do rotativo é importante para organização do trânsito, uma vez que, o contínuo crescimento da população aliado ao aumento do número de automóveis contribui para uma série de problemas nas cidades. Além de Itaperuna, o sistema rotativo de Muriaé já foi avaliado por representantes de Cataguases, Manhuaçu e Ubá.

Com base no site Itaperunaweb, “de 2009 a janeiro de 2013, a frota de veículos licenciados no Noroeste Fluminense cresceu 53,07%”. O município de Itaperuna possui uma frota de 36 mil veículos. Segundo Sérgio Nunes, a equipe responsável está estudando a viabilidade do projeto para implantação do estacionamento rotativo naquela cidade e a melhor forma de obter êxito, é seguir o exemplo de cidades que adotaram o sistema e apresentaram sucesso.

Fonte: Prefeitura de Muriaé


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