Homem que matou a namorada e outras três pessoas a facadas em Visconde do Rio Branco tinha passagens por homicídio e lesão corporal
Sobre o registro de feminicídio, ocorrido na terça-feira (23/6), em Visconde do Rio Branco, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que a ocorrência trata de uma série de crimes envolvendo um homem de 31 anos, que morreu após reagir à abordagem policial.
Os fatos apurados até o momento indicam a prática de três homicídios consumados, tendo como vítimas homens de 55, 45 e 31 anos; um feminicídio, cuja vítima é uma mulher de 31 anos, companheira do suspeito; uma tentativa de homicídio contra um homem de 34 anos; além do roubo da motocicleta utilizada.
A perícia técnica compareceu aos locais dos fatos e realizou os trabalhos de praxe nos bairros Coronel Joaquim Lopes, Formiga, Travessa Heitor Villa-Lobos e Pito Aceso.
Foi instaurado procedimento para a completa apuração das circunstâncias e da dinâmica dos crimes.
Os corpos foram encaminhados ao Posto Médico Legal de Viçosa, onde estão sendo submetidos a exames de necropsia e serão liberados aos familiares.
Informações relacionadas à ocorrência poderão ser solicitadas à Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), responsável pelo registro.
Acusado do crime tinha registros policiais por homicídio e lesão corporal
O homem apontado pela Polícia Civil como responsável pela série de ataques a facadas que resultou na morte de quatro pessoas em Visconde do Rio Branco possuía antecedentes criminais e registros de passagens pelo sistema prisional.
Segundo informações repassadas pelo delegado responsável pelas investigações, Igor Moreira, de 31 anos, respondia judicialmente por crimes como homicídio qualificado, lesão corporal, furto e maus-tratos a animais. Além disso, havia registros policiais relacionados a ameaça e tráfico de drogas.
De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp), o suspeito teve passagens pelo sistema prisional desde 2017. A última prisão registrada ocorreu em novembro de 2018, quando permaneceu detido até receber alvará de soltura expedido pela Justiça.
Fonte: PCMG











