Lentes voltadas para o Polo Audiovisual da Zona da Mata mineira em Cataguases

Uma reportagem do jornal O Globo desta quarta-feira (06) destacou a presença de Cataguases no cenário cinematográfico brasileiro.

No sábado, quando o longa “Meu pé de laranja lima”, de Marcos Bernstein, for exibido no Centro Cultural Humberto Mauro, a cidade de Cataguases terá muito o que festejar — e não apenas mais uma vez revirar velhas fotos. Epicentro de um dos mais importantes surtos cinematográficos do século passado (liderado por Mauro, que produziu e dirigiu lá clássicos da filmografia nacional como “Brasa dormida”, de 1928, e “Sangue mineiro”, de 1930), a localidade de 70 mil habitantes, conhecida também pela indústria têxtil, pela mineração e por um forte movimento modernista, poderá enfim voltar a ver suas ruas, edificações, povo e paisagens na tela.

Filmado em Cataguases e em localidades próximas, como a pequena Piacatuba (distrito da vizinha Leopoldina), “Meu pé” é o primeiro resultado de peso do trabalho do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais, projeto radicado na cidade e integrado por universidades, empresas e governos de dez municípios próximos, que espera atrair produções cinematográficas e aumentar sua capacidade de formação de profissionais para o cinema e a TV. Um dia antes, na sexta, será inaugurado o primeiro estúdio-escola da cidade, no Ponto de Interação nas Artes (PINA), equipado para atender demandas de cinema, animação, TV, internet e demais mídias digitais.

Fonte: Agência Minas, com informações de O Globo


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