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Norte de Minas receberá polo industrial de confecções até 2014

Ao centro, o presidente do Indi, José Frederico Álvares; à esquerda, o secretário de Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas, Gil Pereira e o diretor do Indi, Marcus Vinícius. À direita, o empresário Lucivaldo Barros Lima




O município de Espinosa, no Norte de Minas, deverá sediar até 2014 um novo polo industrial do setor de confecções. O projeto foi apresentado, nesta terça-feira (30), pelo empresário Lucivaldo Barros Lima ao presidente do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), José Frederico Álvares, e ao secretário para o Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas, Gil Pereira, durante assinatura de protocolo de intenção para a expansão da Indústria e Comércio de Confecções (Amil Confecções).

Com investimento próprio e em parceria com a prefeitura de Espinosa, o empresário Lucivaldo Barros Lima iniciou a implantação do distrito industrial que sediará o novo polo, que deverá abrigar as 65 confecções e facções já existentes no município.

“A ideia de criação do polo surgiu não só para agregar todas as empresas do setor e direcionar a industrialização e comercialização de artigos do vestuário e de cama, mas também para incrementar a economia da cidade. Nossa ideia, inclusive, é criar pontos de venda e transformar Espinosa em um polo como os do Barro Preto (em Belo Horizonte) e Divinópolis”, explicou Lucivaldo.

Já o presidente do Indi, órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sede), informou que a Sede irá dar todo o apoio necessário para a estruturação do polo de confecções de Espinosa, que inicialmente deverá concentrar 28 facções.

José Frederico Álvares chamou a atenção ainda para os incentivos da Sudene aos quais os empresários da região têm direito. “É preciso que o investidor se lembre que os 168 municípios mineiros que integram a área da Sudene têm direito a uma série de benefícios oferecidos pelo Governo Federal que facilita e reforça o desenvolvimento”, destacou.

Por sua vez, o secretário Gil Pereira informou que já no início de 2013 a Secretaria de Estado de Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e do Norte de Minas Gerais (Sedvan) promoverá uma reunião em Espinosa com vários municípios da região Norte para divulgar os benefícios concedidos para a área mineira da Sudene e também para apresentar as linhas de crédito oferecidas pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG).

“É preciso que os empresários conheçam o apoio e a orientação oferecidos pela Sede e pelo Indi aos investidores já instalados no Estado ou aos que estão chegando, bem como orientar as prefeituras sobre a infraestrutura necessária para atrair novos investimentos”, destacou o secretário.

O diretor da Amil Confecção enfatizou que a proposta de criação do polo é uma estratégia para enfrentar a concorrência dos produtos asiáticos. “Queremos criar o polo porque ao reunirmos estaremos facilitando a logística e o desempenho da produção, e também fazendo a informação circular com rapidez e eficiência. Com o apoio que estamos recebendo do Governo de Minas, formaremos um modelo de polo industrial em uma das regiões mais carentes do Estado, garantindo a criação de 700 a 1.400 empregos diretos”, frisou Lucivaldo.

Com investimento de R$ 2,8 milhões e a geração de 300 empregos diretos e indiretos, a Amil está expandindo suas atividades através da construção de uma nova sede e modernização dos setores de produção e administrativo para conquistar novos mercados, como o Mercosul.

Fundada em 1984, a Amil hoje está presente em 22 estados brasileiros e já vende parte da sua produção para o Paraguai e Bolívia. São produzidas por mês em torno de 120 mil peças masculinas e roupas de cama. O plano de expansão prevê, a partir de 2014, um aumento de 15% da capacidade de produção atingindo 140 mil peças por mês. Com a criação do polo de confecções, a previsão é que sejam fabricadas em Espinosa de 300 mil a 500 mil peças por mês de vários segmentos têxteis.

Fonte: Agência Minas

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