Polícia Civil deflagra operação e prende dois suspeitos por tráfico em Ubá

Na sexta-feira (12/11), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu, no município de Ubá, na Zona da Mata mineira, dois jovens, ambos de 18 anos, suspeitos de praticarem tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Três adolescentes – entre 14 e 16 anos – também foram apreendidos, durante ação desencadeada por policiais civis da Delegacia Regional em Ubá, coordenados pela Delegacia Especializada de Narcóticos e em parceria com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a Casa da Juventude.

Inicialmente, foi realizado monitoramento de três menores – evadidos de abrigo –, que teriam sido aliciados pelo tráfico e estariam comercializando drogas em uma casa abandonada. Após levantamentos, foi possível deflagrar a ação que resultou na abordagem de dois adolescentes, na entrada de um beco no bairro Vila Franel. Foram encontrados com os jovens materiais entorpecentes. Além disso, no local foram apreendidos materiais utilizados para embalar entorpecentes.

No imóvel abandonado, também foram apreendidos uma adolescente, diversos apetrechos e produtos utilizados para o preparo de entorpecentes. Durante as diligências, após campana realizada no interior da casa, também foi preso em flagrante um dos rapazes de 18 anos, quando chegava ao local para acompanhar os trabalhos. Ele é suspeito de ser o chefe do ponto de vendas.

Posteriormente, após deslocamento para a delegacia com os envolvidos e os materiais, os policiais civis retornaram ao local, a fim de continuar o monitoramento, oportunidade em que foi preso com entorpecentes o outro investigado, já conhecido no meio policial por participar de vendas de drogas.

“As ações da PCMG, de forma integrada com o Dr. Bruno Guerra, promotor de Justiça da Infância e Juventude, bem como com o Dr. Bruno Lana, promotor de Justiça da Vara Criminal, foram cruciais para combater o tráfico de entorpecentes e, principalmente, para proteger os menores infratores que viviam aliciados na criminalidade, vivendo em condições desumanas e de extrema vulnerabilidade”, conclui o delegado Douglas Mota, enfatizando também o apoio do Poder Judiciário e de todos os envolvidos da Casa da Juventude que auxiliaram nos trabalhos.

Fonte: PCMG


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