Prefeitura intensifica aplicação de fumacê pelas ruas de Muriaé

O carro fumacê reforça os trabalhos de combate aos mosquitos em Muriaé. O itinerário é elaborado levando em consideração os bairros que apresentam maior incidência de casos das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya, além da quantidade de mosquitos verificados nas armadilhas monitoradas pelas equipes de endemias.

O vice-prefeito e secretário municipal de Saúde, Marcos Guarino, ressalta que os moradores podem ajudar neste trabalho apenas mantendo a vigilância dentro de casa.

“A maior parte dos focos do mosquito está dentro dos domicílios. Por isso é bom que as pessoas cuidem de seus ambientes e ajudem a diminuir a incidência de casos”, explicou.

Nesta sexta-feira, dia 25, o fumacê percorreu as ruas de diversos bairros, como Planalto, Safira, Cerâmica.

O fumacê é uma das ferramentas de prevenção e bloqueio de transmissão das doenças que passou a ser utilizado no município no início desta semana. Ele age somente sobre os insetos adultos que se encontram no local no momento da aplicação espacial de inseticida, não tendo ação direta em seus criadouros.

A principal diferença entre eles está no fato de o Aedes voar abaixo de 1,2 metro, picando mais pés, pernas e joelhos, e possuir hábitos diurnos, picando à noite apenas se tiver ambiente com boa iluminação.

Já o pernilongo, além de voar alto e fazer um zunido, sai para se alimentar à noite. Por isso, as técnicas de uso do fumacê também são diferentes para cada mosquito.

A técnica de UBV Pesado consiste em aplicação de inseticida em Ultrabaixo Volume (UBV), em gotículas que devem possuir entre 10 e 25 micrômetros de diâmetro, apresentando um odor característico, mas pouca visibilidade, e formando uma névoa fina direcionada para os imóveis.

O objetivo é que os quarteirões sejam envoltos com a névoa para que o inseticida entre na casa das pessoas. É a técnica mais adequada para o controle do mosquito Aedes aegypti, que tem seus criadouros predominantemente no interior dos imóveis.

Fonte: PMM


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