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Conta de luz vai ficar mais cara nas cidades atendidas pela Energisa em MG

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje o índice de reajuste tarifário da Energisa Minas Gerais. O reajuste tarifário é um processo regulado pela Aneel, previsto no contrato de concessão da empresa. Estes contratos apresentam regras bem definidas a respeito das contas de luz, bem como a metodologia de cálculo dos reajustes. Pela norma, o valor da tarifa poderá ser reajustado anualmente (o chamado Reajuste Tarifário Anual) e, a cada cinco anos, revisada no processo de Revisão Tarifária Periódica.

O efeito médio a ser percebido pelo consumidor será positivo de 0,76%, ou seja, haverá uma elevação tarifária já a partir de 22 de junho de 2017. O quadro abaixo apresenta o efeito médio que será percebido pelos clientes.




Efeito médio para os clientes

De Baixa Tensão (ex.: Residências) = 1,46%
De Alta e Média Tensão (ex.: Grandes Indústrias) = -1,80%
Efeito Médio Total = 0,76%

Composição da tarifa de energia




A tarifa de energia elétrica é composta por custos da distribuição, que formam a “Parcela B” da tarifa, e os custos de transmissão e geração de energia, além de encargos e impostos, chamados de “Parcela A”. O preço final da tarifa é dividido, portanto, em duas parcelas:

* Parcela A – trata-se de custos cujos montantes e preços escapam à vontade ou gestão da distribuidora, que atua apenas como arrecadadora e repassadora;




* Parcela B – custos diretamente gerenciáveis, administrados pela própria distribuidora, como operação e manutenção e remuneração dos investimentos.

Nos processos de Reajustes Tarifários Anuais, a Aneel promove um reajuste na tarifa vigente a fim de corrigir seu valor pelo índice de inflação acumulado no último ano. Além disso, nesse processo a Aneel aplica um fator de ajuste que visa compartilhar com seus consumidores o ganho de eficiência obtido pela empresa e, com isso, diminuir o impacto do índice de reajuste anual.

Considerando o atual reajuste tarifário, no ranking de tarifas residenciais divulgadas pela Aneel, a Energisa Minas Gerais ocupa a 51º posição de energia mais barata, entre 63 concessionárias de energia em todo o Brasil. Essa posição reforça a excelência da gestão que é empregada pela Energisa em Minas Gerais.

Encargos e impostos na tarifa

A ilustração abaixo mostra a divisão da fatura de energia elétrica em cada um dos itens que compõem a cadeia do setor elétrico brasileiro, considerando a receita da concessionária acrescida dos impostos e tributos (ICMS, PIS/COFINS). A tarifa final do consumidor da Energisa Minas Gerais contém 41,02% de encargos e impostos.

A parte que cabe à distribuidora de energia representa apenas 24,11% da composição da tarifa. É por meio dessa parcela que a Energisa Minas Gerais distribui energia a todos os clientes, paga funcionários, fornecedores e prestadores de serviço, mantém e amplia a rede e os sistemas elétricos, além de investir na modernização e melhoria crescente da qualidade dos serviços prestados.

Cidades afetadas com o reajuste

Em Minas Gerais, a Energia atende a 66 cidades, dentre elas, na região de Muriaé, Além Paraíba, Antônio Prado de Minas, Astolfo Dutra, Cataguases, Dona Euzébia, Ervália, Eugenópolis, Guiricema, Itamarati, Laranjal, Leopoldina, Manhuaçu, Miradouro, Miraí, Palma, Patrocínio do Muriaé, Pedra Dourada, Pirapetinga, Recreio, Rosário da Limeira, Santana de Cataguases, Ubá, Vieiras.

Fonte: Energisa


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