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Polícia Civil prende suspeito de cometer estupros em série em Viçosa

A Polícia Civil cumpriu, na última sexta-feira (12), no bairro Nova Viçosa, mandado de prisão em desfavor de Salvador Leite dos Santos, vulgo “Dodô”, 30 anos, suspeito de ter praticado os crimes de estupro e roubo envolvendo três vítimas em Viçosa.

De acordo com informações do delegado Edvin Otto Filho, todas as vítimas que procuraram a Polícia disseram ter sido violentadas e ameaçadas de morte pelo agressor para que o crime não fosse divulgado. “Após o registro da primeira ocorrência, iniciamos o nosso trabalho de investigação. Conseguimos informações com relação às características do autor, horários e locais que costumava agir, e através de incessantes diligências realizadas por delegados, investigadores e escrivães lotados nas delegacias de Viçosa e Teixeiras, conseguimos identificar o suspeito, prendê-lo e recuperar em poder dele os aparelhos celulares das duas primeiras vitimas, além do chip e de uma bolsa porta-níquel da terceira vítima”, explicou o delegado.

Segundo ele, o suspeito confessou um dos crimes e é morador do bairro Nova Viçosa, local onde os crimes aconteceram. “O que explica como ele conseguia se locomover em meio à mata durante a noite sem qualquer tipo de iluminação artificial”, contou, informando que o modo de agir do homem seria sempre o mesmo: ele portava uma faca, escolhia as vítimas que caminhavam sozinhas e se aproveitava da falta de iluminação para se aproximar sem ser percebido. “Abordava as vítimas – dizendo que apenas pretendia roubar seus aparelhos celulares – mas acabava levando-as para um pasto próximo, consumando os estupros. Depois as obrigava a caminhar durante vários minutos até chegar ao local onde existe uma mangueira, que jorra água de uma mina natural, para obrigá-las a se lavar com objetivo de eliminar qualquer resquício que pudesse ligá-lo à autoria dos crimes”, informou.

Ainda de acordo com o delegado, o suspeito cobria o rosto e as mãos e dizia que era ex-presidiário e autor de homicídios para intimidar as mulheres para que elas não tivessem a coragem de denunciar. Ele também reforçou a importância das vítimas terem a iniciativa de procurar a Polícia. “Foi fundamental para retirada do suspeito das ruas e a prisão do investigado pode incentivar eventuais vítimas, que não tiveram coragem de solicitar providências, a denunciar o agressor”, finalizou.




Fonte: PCMG




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