Polícia Civil esclarece golpe de clonagem de cartão e recupera produtos

A Polícia Civil de Minas Gerais esclareceu um golpe que estava sendo aplicado no município de Juiz de Fora por meio de clonagem de cartões. O inquérito foi concluído na terça-feira (21) e um jovem de 19 anos foi indiciado pelo crime de estelionato. Produtos avaliados em cerca de R$6 mil também foram recuperados.

De acordo com informações do Delegado Carlos Eduardo Santos Rodrigues, as apurações se iniciaram na segunda-feira (20), quando a Polícia Civil foi procurada por uma vítima que relatou que teria realizado vendas de produtos avaliados em cerca de R$6 mil, por meio eletrônico, e tal transação teria sido contestada pela operadora de cartão de crédito.

No entanto, a vítima informou que um indivíduo já havia realizado a retirada dos bens no estabelecimento, localizado na Zona Sul da cidade. Ele teria utilizado uma identidade falsa com os dados do titular do cartão.

Após diligências, a equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos (DERR) identificou o suspeito de ser o autor do delito e, na tarde de ontem (21), recuperou os bens comprados de maneira fraudulenta.

“Apurações indicaram que o jovem estaria com dois cartões de crédito do mesmo titular, sem o conhecimento deste, e teria realizado compras na cidade utilizando os cartões e uma identidade falsa, apresentando-se como titular do cartão. Além disso, em uma das compras, o jovem chegou a pagar a quantia de R$50 para que um outro indivíduo fizesse a retirada das mercadorias para ele. O jovem realizaria a revenda de parte do material e outra parte seria para seu uso”, explicou o Delegado.

A autoridade policial ressaltou que a atuação rápida dos policiais civis foi importante para o esclarecimento dos fatos.

“Em menos de 24 horas, a equipe já havia arrecadado todos os elementos de informação que esclareceram a exata maneira como se deu o golpe e já estava com os bens comprados de maneira fraudulenta. Na casa do suspeito, os policiais apreenderam, ainda, diversas roupas de uma marca de alto poder aquisitivo, com etiquetas, materiais que teriam sido comprados também pelo mesmo meio”, informou.

O inquérito policial foi concluído e será enviado à Justiça.

Fonte: PCMG


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