Suspeito de matar homem a facadas por dívida de R$ 20 é preso em Juiz de Fora
Um homem de 39 anos foi preso nesta segunda-feira (7), em Juiz de Fora, suspeito de matar um homem de 32 anos a facadas em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil, o homicídio teria sido motivado por uma dívida de R$ 20 relacionada ao consumo de drogas.
De acordo com as investigações da 166ª DP (Angra dos Reis), o crime aconteceu no domingo (6), no bairro Areal. Bruno Carlos Gama da Silva teria perseguido Leandro de Oliveira da Silva por algumas ruas até alcançá-lo. Durante a fuga, a vítima teria sido atacada com golpes de faca nas costas.
A Polícia Civil classificou o ataque como motivado por razão considerada fútil e destacou que Leandro teria sido surpreendido enquanto tentava escapar, sem possibilidade de se defender.
Outro homem foi ferido durante fuga
Ainda conforme a investigação, após o homicídio, o suspeito fugiu. Já durante a madrugada de segunda-feira, ele teria cometido outro ataque, desta vez contra um homem de 52 anos, atingido na região do pescoço. A vítima foi socorrida e encaminhada para uma unidade de saúde.
A polícia trabalha com a hipótese de que essa segunda agressão tenha ocorrido com o objetivo de evitar que o suspeito fosse responsabilizado pelo assassinato cometido anteriormente.
Depois dos ataques, Bruno teria seguido para Juiz de Fora, onde foi localizado e preso. A ação contou com a participação de policiais do 33º BPM (Angra dos Reis) e de agentes da polícia mineira. As equipes também apreenderam as facas que teriam sido utilizadas nas duas ocorrências.
Suspeito apresentou outra versão
Em depoimento, Bruno alegou que atacou Leandro porque a vítima estaria armada e teria mostrado parte de uma arma que carregava na cintura. Segundo a Polícia Civil, porém, a versão não foi confirmada durante as diligências, já que nenhuma arma foi encontrada com a vítima ou no local do crime.
O suspeito permanece à disposição da Justiça. A investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil para esclarecer integralmente as circunstâncias dos crimes.
Até a publicação desta reportagem, a defesa de Bruno não havia sido localizada. O espaço permanece aberto para eventual manifestação.
Fonte: Guia Muriaé











